sexta-feira, março 31, 2006

Notas dos trabalhos (entrevistas)

n.º 20065: (não entregou trabalho)
n.º 20067: 16 valores
n.º 20081: 15 valores
n.º 20072: 11 valores
n.º 20064: 16 valores
n.º 20066: 13 valores
n.º 20073: 13 valores
n.º 20076: 12 valores
n.º 20071: 14 valores
n.º 20077: 12 valores
n.º 20078: (não entregou trabalho)
n.º 20068: 12 valores
n.º 20082: (não entregou trabalho)
n.º 20080: (não entregou trabalho)
n.º 20070: 12 valores
n.º 20074: 14 valores
n.º 20069: 13 valores
n.º 20075: 13 valores
n.º 20079: 19 valores

Avaliação Mundo Actual - II Trimestre: 1º Ano

n.º 20065: 11 valores (não entregou trabalho)
n.º 20067: 18 valores
n.º 20081: 17 valores
n.º 20072: 11 valores
n.º 20064: 16 valores
n.º 20066: 16 valores
n.º 20073: 17 valores
n.º 20076: 15 valores
n.º 20071: 11 valores
n.º 20077: 12 valores
n.º 20078: 9 valores (não entregou trabalho)
n.º 20068: 13 valores
n.º 20082: 11 valores (não entregou trabalho)
n.º 20080: 12 valores (não entregou trabalho)
n.º 20070: 11 valores
n.º 20074: 16 valores
n.º 20069: 14 valores
n.º 20075: 16 valores
n.º 20079: 18 valores

Mundo Actual - Avaliação II Trimestre: 2º Ano

n.º 20047: 12 valores
n.º20044: 18 valores
n.º20059: 14 valores
n.º20041:16 valores
n.º20049: 11 valores
n.º20042: 11 valores
n.º20061: 17 valores
n.º20063:17 valores
n.º20048: 17 valores
n.º20056: 19 valores
n.º20045: 13 valores
n.º20060: 12 valores
n.º20057: 15 valores
n.º20043: 18 valores
n.º20051: 15 valores

domingo, março 26, 2006

sexta-feira, março 10, 2006

Dicas de estudo para os 1º e 2º anos

Para Saber mais sobre a I Guerra Mundial consulte as seguintes páginas web:

Janus On-line: Universidade Autónoma de Lisboa

Paths of Memory (pode consultar em Francês, Inglês ou Espanhol)

História Net (site brasileiro)

Para Saber mais sobre a II Guerra Mundial consulte as seguintes páginas web:

Segunda Grande Guerra

Visão Online (8 de Maio de 1945)


Para saber mais sobre o 25 de Abril de 1974 consulte:

Centro de Documentação 25 de Abril
(Universidade de Coimbra)

quarta-feira, março 08, 2006

Dia Internacional da Mulher


No caminho pela mesma oportunidade...

segunda-feira, fevereiro 13, 2006


Atenção! Os testes estão marcados!

1º Ano: 02 de Março



2º ano:
01 de Março

quarta-feira, janeiro 25, 2006

frases

"Os componentes da sociedade não são os seres humanos, mas as relações que existem entre si!"
Arnold Toynbee

"A nossa tarefa não é consertar os erros do passado, mas sim preparar o caminho para o futuro!"
John Kennedy

"Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos!"
Martin Luther King

quarta-feira, dezembro 28, 2005

"Soror Saudade"


Florbela de Alma da Conceição Espanca (apelido recebido da sua madrasta, Mariana Espanca), nasceu em Vila Viçosa, no dia 8 de Dezembro de 1894. Estudou num colégio na sua terra natal, depois no liceu de Évora e, mais tarde, na Faculdade de Direito de Lisboa. Aos 8 anos escreveu o seu primeiro poema intitulado “Vida e Morte”. Florbela Espanca sofreu vários desgostos ao longo da sua curta vida. Os seus três casamentos falhados e a morte do irmão, Apeles Espanca (com quem mantinha fortes laços afectivos), ocorrida num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Florbela Espanca que escandalizou a provinciana sociedade portuguesa dos anos 20, com os seus tristes e sensuais versos, vivia em Matosinhos com o seu marido quando se suicidou, no dia 8 de Dezembro de 1930.


Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi para cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... para me encontrar…
(Charneca em Flor, 1930)

sexta-feira, dezembro 02, 2005

As ONGs Como Novos Actores Políticos?

A Página da Educação Arquivo - Artigo

As ONGs Como Novos Actores Políticos?
A Conferência da Organização Mundial de Comércio recentemente celebrada em Seattle evidenciou o relevo do papel das Organizações não Governamentais como agentes da decisão política. Quando os grupos humanos só podiam unicamente comunicar por telefone, fax ou correio, tornava-se economicamente proibitivo compartilhar informação e manter comunicações com pessoas de diferentes partes do mundo. A internet possibilitou o surgimento de um activismo on line que, mudou radicalmente o conceito clássico de participação, e multiplicou tanto o número de ONGs como a sua influência. (1)
A propósito destas considerações pensamos que a multiplicação das ONGs por todo o mundo, especialmente nos países mais desenvolvidos e, em particular, a sua nova opção organizativa merece nesta rubrica algumas linhas de reflexão.
O mundo das ONGs é complexo e abarca muitas frentes, pairando sobre elas as mais diversas perspectivas, não deixando mesmo de estarem sujeitas a manifestações de alguma desconfiança. Uma das frequentes acusações que lhes é feita é de se constituirem em poder não democrático nem fiscalizado, uma vez que a sua principal força lhe advém, de um maior ou menor grau, do apoio da opinião pública democrática.
De um modelo de organização inicial do final dos anos 1960 assente sobre a intervenção, isto é, que capta recursos com os quais procura, às diversas escalas, enfrentar os problemas nos campos da pobreza e do desenvolvimento, viraram-se as mesmas, na década de 1980, para um outro tipo de modelo que implica a participação activa dos afectados numa perspectiva que tenha em conta as condicionantes estruturais, ecológicas e culturais, acabando actualmente por se posicionarem como organizações de pressão política. E é aqui que esta opção, sem deixar de ser legítima, começa a ser mais delicada e discutível. Senão vejamos.
Para que as ONGs sejam organizações de pressão política pede-se, para começar, que as mesmas se organizem com sentido de nítida independência dos poderes políticos e económicos. Em segundo lugar, à que obter um forte apoio da sociedade civil, (de onde lhes vem o apoio e a quem devem dar a conhecer as suas actividades) para que a opinião pública se aproprie das suas causas e as transforme, por sua vez, em pressões políticas conscientes e especialmente coerentes. Em terceiro lugar, à que constituir-se em organizações não tanto de recursos mas de conhecimentos ; por exemplo, organizações capazes de analisar as realidades do subdesenvolvimento, suas causas e vias de solução, dando-as a conhecer e desta forma forçar as instâncias políticas e económicas a tornarem pertinentes as medidas e adequadas as resoluções para os problemas.
As críticas a esta dimensão política das ONGs tem vindo de diferentes posições do espectro ideológico, uns criticando-a por excesso e outros, por defeito. Os primeiros questionam, como já vimos anteriormente, a legitimidade democrática destas organizações que, dizem, não representar nada. Parecem ser os mesmos que não têm nenhum reparo a fazer e em aceitar a influência de algumas grandes empresas transnacionais na definição global das políticas económicas e sociais. Do outro lado estão aqueles que afirmam que as ONGs servem como desculpa para desmantelar os compromissos dos Estados com a solidariedade e o bem estar da cidadania e que, segundo os mesmos, são utilizadas pelo neoliberalismo para conter o perigo de explosões onde os problemas sociais se pautuam por situações extremamente injustas. Criticam, portanto, a despolitização e a desideologização destas organizações, na medida em que centram o seu trabalho na fixação de pequenos projectos assistenciais e não na mudança das condições estruturalmente injustas, estando no fundo ao serviço de um projecto político concreto: o neoliberalismo.
Enfim, face ao panorama contraditório para a função das ONGs na actualidade, coloca-se uma questão. Pelas problemáticas que abordam, pelo trabalho de pressão que exercem, pelo caudal de participação que criam e de certa forma pelo seu contributo para a educação e o aprofundamento da cidadania, será possível ou desejável a sua apoliticidade ?
A resposta negativa à questão parece ser a tendência actual. A ser assim, é um facto que a sua politização não deve dispensar a medição, sempre de uma forma eficaz, das transformações que se propõem fazer da realidade. Os movimentos sociais actuais centrados nas ONGs podem pois ser uma boa coisa se as mesmas apostarem cada vez mais na construção de novas políticas que passam por valores universalmente aceites e que provoquem socialmente o sistema estabelecido. Parte do que aconteceu em Seattle foi pois um repto ao actual posicionamento das novas organizações não governamentais que, de uma forma ou de outra, podem estar, paralelamente ao desenvolvimento da crise do Estado do bem estar e face ao marasmo da situação política e partidária vigente, a contribuir para uma transformação das sensibilidades sociais com eventual e desejável repercursão na mudança de actuação das opiniões públicas colectivas.

António Mendes LopesInstituto Politécnico de Setúbalamlopes@ese.ips.pt
(1) Etxeberria, Xabier (2000) "Debates jurídicos", Revista UD, Ano 17, nº 67. julio-septiembre 2000, p. 21.

quinta-feira, novembro 24, 2005

Como surgue a globalização e por que fases passou até chegar às características dos dias de hoje

Antes do aparecimento da globalização existiam, o que se pode chamar de as cinco economias mundo, que eram compostas pelas economias Europeia, do Império Bizantino, da China e Ásia, Índia e Civilizações Pré-Colombianas.
Nenhuma delas tinha qualquer tipo de relação com as outras, eram auttónomas e funcionavam individualmente.
A globalização passou por três fases. A primeira fase da globalização começou por volta de (1450) com os descobrimentos surgindo como resultado da procura de uma rota marítima para a Índia em busca das especiarias e riquezas que eram tão combiçadas na Europa. Com a descoberta do caminho marítimo para a Índia, e mais tarde a descoberta do Brasil, ou melhor do continente Americano, criou-se o comércio triangular que era realizado entre a Europa, África e América.
A Europa levava para a América mão-de-obra escrava vinda de África, para obter matérias primas da América em maior quantidade e com mais facilidade. Esta expansão mercantilista veio favorecer os artesãos e os industriais emergentes da Europa que passaram a contar com consumidores num raio bem mais vasto, enquanto que a importação de produtos coloniais faz ampliar as relações inter-europeias. Exemplo disso ocorre com o açucar cuja produção é confiada aos senhores de engenho no Brasil, mas que é transportado pelos portugueses para os portos Holandeses, onde lá se encarregam pelo refinamento e distribuição.
Com este comércio triangular e sendo esta fase caracterizada pelo mercantilismo nasceram os grandes impérios comerciais: Português, Holandês, Espanhol, Inglês e Francês. Estes impérios eram governados sob o poder de Monarquias Absolutas que mobilizavam todos os recursos económicos, militares e burocráticos, com a intenção única de expandirem os seus impérios e consequentemente, enriquecerem. O objectivo era acumular riqueza para se tornar mais poderoso.
A primeira fase acaba em 1850 quando se dá a Revolução Industrial, começa então a segunda fase da globalização , a Inglaterra industrializa-se, seguida pela França, Alemanha, Bélgica e Itália (na Europa) seguida pelos Estados Unidos. É introduzida a máquina a vapor, nos transportes terrestres, comboio poe exemplo, e nos transportes marítimos, barco a vapor, que veio ajudar as trocas comerciais tornando-as mais rápidas. Deixa de haver escravatura, os novos "escravos" são os operários que trabalham muito por pouco dinheiro. Esta época é regida pelos interesses industriais aliados aos interesses financeiros. A burguesia industrial e os bancários detém o poder. Nesta fase dá-se uma luta pelo capital financeiro na aplicação dos mercados, começa a haver uma procura por novas e diversas matérias primas.
Nesta fase aparece o capitalismo, ou seja, "riqueza gera riqueza". A produção em grande massa é mais uma das características da segunda fase. A posse de novas colonias torna-se o símbolo de poder da época, só a Inglaterra tinha mais de cinquenta, começa a luta pela supramacia que tem como resultado duas guerras mundiais, e é c o fim da segunda guerra mundial em (1945) que surge, uns anos mais tarde, em (1950) a terceira fase da globalização.
( está incompleto falta escrever a terceira fase da globalização)

quarta-feira, novembro 23, 2005

Há imagens que valem mil palavras



Há imagens que valem mil palavras




Estas fotografias são do muro que separa os israelitas dos palestinianos e os palestinianos dos israelitas. E, como se diz, há imagens que falam por si.

















Características Negativas da Globalização

Podemos considerar 3 as características negativas da globalização:

1) a insegurança de emprego e de rendimento: há um aumento significativo na taxa de desemprego devido ao facto de cada vez mais as empresas sairem do país em que se situam para outros paises onde a mão-de-obra é mais barata deixando assim um grande número de desempregados.
Devido ao facto dos estados não terem poder suficiente para interferir nas leis de mercado e de concorrência, já que vivemos num mundo neoliberal; os trabalhadores ficam sujeitos a contratos precários sem garantias de renovação dos mesmos.

As empresas tomam decisões em benefício próprio, com vista ao lucro, realizando fusões e aquisições que culminam com a redução ou despedimento colectivo e que inúmeras pessoas sem rendimentos.

2) a insegurança na saúde, isto é, com a livre circulação de pessoas (desaparecimento de fronteiras), aumentou o movimento migratório, o que conduziu à propagação de determinadas doenças como por exemplo o vírus HIV que pode ser transmitido, por exemplo, através do contacto sexual desprotegido.

3) a insegurança cultural. Cada vez mais estamos a perder a nossa identidade cultural devido ao bombardeamento constante de publicidade, música e filmes e outros produtos audiovisuais dos quais resultam a formação de autênticas tribos globais de determinada marca ou estilo.



Comentário elaborado por:


  • Ana Catarina
  • Ângela
  • Daniela Costa
  • Leocádia
  • Maria Helena
  • Mónica Carvalho

Neoliberalismo

Quando se diz que vivemos num mundo neoliberal, o que queremos dizer?

Quando se diz que vivemos num mundo neoliberal, queremos dizer que vivemos num mundo caracterizado pelo predomínio dos interesses financeiros, desregulamentação dos mercados, privatizações das empresas estatais e o abandono do "welfare state".
O neoliberalismo surgiu na década de 80 com a 3ª fase da Globalização inaugurada por algumas potências económicas mundiais, e que impôs a todo o mundo o dito "Capitalismo".

Num sistema neoliberal o estado não interfere na vida económica do país, as empresas têm total liberdade de actuação devido à desregulamentaçao dos mercados.

Num sistema neoliberal as empresas públicas são privatizadas com o intuito de diminuir as despesas públicas. Por outro ladoo neoliberalismo caracteriza-se pelo abandono do "welfare state" que se verifica no abandono do estado de previdência, na privatizaçao dos serviços da saúde, educação e na menor comparticipação dos estados para o apoio social aos seus cidadãos.

É por estes motivos que os críticos acusam a Globalização de ser responsável pela exclusão social, aumento da pobreza, desemprego, e de provocar crises económicas sucessivas. Por isto tudo é que se diz que..."Os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres!".

Realizado por:

  • Ana Cristina Afonso
  • Carla Deus
  • Nelson Nunes
  • Verónica Almeida

terça-feira, novembro 22, 2005

Ibilda Mussuela

Olá stora!

Eu não estou a por nada no blog, porque estou muito ocupada! Quando poder escrevo.
até breve.

segunda-feira, novembro 21, 2005

Deusa Vénus

Vénus (mitologia)
Vénus era filha do Céu e da Terra. Também se diz que era filha do Mar e que Saturno preparou o seu nascimento, formando-a da espuma das águas. E há ainda quem afirme que era filha de Júpiter e da ninfa Dione, sua concubina.Conta-se que Vénus, logo após o seu nascimento, foi arrebatada para o céu, em grande pompa, pelas deusas Horas, que presidiam às estações, e todos os deuses a acharam tão formosa, que a designaram deusa do amor e cada um deles queria desposá-la.Foi Vulcano que a recebeu por mulher, por ter forjado os raios com que Júpiter combateu os Gigantes, que queriam apoderar-se do céu. Mas Vénus, não podendo suportar o marido pela sua grande fealdade, entregou-se à vida dissoluta e teve muitos amantes, entre os quais Marte, filho de Juno e deus da guerra, de quem teve Cupido. Vulcano, que a surpreendeu com Marte, cercou o lugar com uma rede invisível e convocou todos os deuses para que presenciassem o espectáculo.Vénus também desposou Anquises, príncipe troiano, de quem teve Eneias, que, já homem, partiu com uma grande armada para a Itália, para aí fundar um novo império.Vénus presidia a todas as festas de prazer e divertimento, sempre acompanhada das três Graças.Representa-se geralmente com Cupido, seu filho, sobre um coche puxado por pombos ou por cisnes.
Cupido (mitologia)
Cupido ou Amor era filho de Marte, deus da guerra, e de Vénus, deusa do amor. A sua tarefa principal era presidir a festins de prazer e divertimento.Amou muito Psique, divindade grega jovem, de rara beleza, que também o amou intensamente e a quem Cupido prometeu felicidade eterna em palácio sumptuoso, mas com uma condição: Psique nunca poderia ver-lhe o rosto.Mal aconselhada pelas irmãs, que tinham inveja dela, Psique foi vê-lo, quando ele dormia. Naquele momento ele acordou e fugiu, desaparecendo para sempre.Cupido representa-se em figura de menino sempre nu, com asas, por vezes com uma venda nos olhos, com um arco e uma aljava cheia de setas ardentes.

quarta-feira, novembro 16, 2005

Complexo de Édipo


Freud introduziu o conceito do Complexo de Édipo como forma de explicar a evolução da sexualidade humana, mas fez mais do que isso, introduziu a sexualidade infantil.
Em primeiro lugar, convêm distinguir a sexualidade infantil da sexualidade adulta, não são iguais mas complementares. Para a psicanálise, existem grandes diferenças entre estas duas formas de sexualidade. Enquanto que a infantil refere-se a processos de evolução e maturação psicológica, a adulta refere-se aos actos sexuais em si e tudo aquilo que os envolve.
Uma criança quando nasce pertence a um determinado género, masculino ou feminino, que está determinado biologicamente e é facilmente reconhecido por quem a rodeia. Mas para a criança as coisas não são assim tão claras. O desenvolvimento mental, bem como o biológico, permite à criança compreender o seu lugar entre os seus iguais e os que lhe são diferentes. O contacto futuro com o sexo oposto é baseado nas suas aprendizagens enquanto criança, para que tal seja normal tem que passar por várias etapas de evolução da satisfação pessoal. É aqui que reside a chave da sexualidade infantil. O ser humano sente coisas prazerosas, que não têm necessariamente conteúdo sexual, no contacto que mantém com os outros e é assim que desenvolve a sexualidade da idade adulta.
O Complexo de Édipo surge entre os 5 e os 7 anos e é característico do fim de um dos períodos de desenvolvimento da sexualidade infantil. Está directamente relacionado com o contacto com a mãe, que ocupa o lugar de destaque no dia a dia da criança sendo a responsável por fornecer tudo aquilo de que ela necessita. Quando a criança chega a esta idade, já percebe que para além da mãe também existe um pai e que este ocupa um lugar importante junto dela. A muito custo a criança percebe que existem mais variáveis na equação familiar.
A criança, ou neste caso o rapaz, percebe que tem que modificar a sua forma de estar com a mãe, tem que respeitar a presença de um homem maior e mais forte a quem a mãe dá um certo poder e a quem deve obedecer sob pena de ser castigado. O filho tenta então assemelhar-se ao pai, perdendo a competição com o pai e tentando chegar aos seus calcanhares.
O Complexo de Édipo é um conflito interno da criança, com origem na incapacidade de amar a mãe da mesma forma que o fez até aquele momento e que desencadeia um confronto com a concorrência - o pai – lutando pela atenção da mãe. Quando finalmente percebe que tem que deixar a mãe para o pai e, que este também é importante para o seu crescimento, deixa que ele assuma um papel importante, a função de introdução da lei e da regra e o contacto com a sociedade. A criança pode então evoluir, tornando-se mais independente da mãe e do pai, elaborando os diversos aspectos da sexualidade infantil e posteriormente da adulta.
Para as meninas, o objecto alvo da atenção deixa de ser a mãe, para passar a ser o pai. Entra forçosamente em competição com a mãe pela atenção do pai e este, mantém as características de introdução de regra e limites.
O Complexo de Édipo é necessário porque permite à criança viver saudavelmente, mesmo que para isso tenha que sofrer restrições e algumas frustrações.

terça-feira, novembro 15, 2005

Atenção

Atenção!

A entrega dos trabalhos de Mundo Actual, 1º ano, foi antecipada para o dia 12 de Dezembro.